SPFC Digital, o novo portal tricolor!

Salve nação tricolor!

Com muito orgulho e satisfação, convido vocês, são-paulinos, a conhecerem o projeto SPFC Digital, que já representa a maior união de coletividades tricolores na web.

Notícias diárias, o maior time de colunistas são-paulinos reunidos em um só portal, charges, interatividade total com o torcedor, que participa ativamente de todos os destaques e assuntos do Tricolor!

Mais detalhes?!

Acessem http://www.spfcdigital.com.br e saberão!

Em nome de nossa equipe, reforço, esperamos a sua presença e sentimento tricolor no SPFC Digital!

Saudações Tricolores! 



 Escrito por Carlos Port às 17h19 [envie esta mensagem] []






Muito Obrigado!

Amigos(as) são-paulinos(as),

O blog Opinião Tricolor paralisará suas atividades nos próximos meses.

Por questões profissionais e projetos do próprio futebol paulista, como o Portal Sampa 2014 e as atividades dos Guerreiros da Paz, este blogueiro que sempre apreciou a sua companhia estará ausente aqui do blog até o final da Copa da África, neste 2010.

Porém, minhas colunas continuam, na parceria firme e forte de excelentes blogs tricolores, como o SPFC1935 http://www.spfc1935.com.br (lar do espetacular São-paulindas, que reúne a melhor opinião feminina do nosso Tricolor) e Diretoria Tricolor http://www.diretoriatricolor.com . Fica desde já o convite para prestigiarem e conhecerem esses canais de VIBE tricolor total!

Ademais, nas redes sociais, o meu perfil pode ser encontrado no Twitter http://twitter.com/CARLOSPORT e também no Facebook, para nossa corrente pelo Mais Querido, ser sempre mais forte.

E falando em Mais Querido, não poderia deixar de convidá-los para participar da comunidade do Orkut São Paulo FC O Mais Querido, onde o debate são-paulino ocorre diariamente e sempre em altíssimo nível: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=87804344 Participem!

Pessoalmente, a você, torcedor tricolor, o meu muito obrigado, pela divulgação e acompanhamento deste são-paulino que tal qual cada um de nós da nação em 3 cores, devota amor ao São Paulo Futebol Clube.

Nos "encontraremos" nas colunas dos blogs e nas redes sociais, até breve!

Saudações Tricolores! 



 Escrito por Carlos Port às 14h06 [envie esta mensagem] []






Qual é, são-paulino? Ricardo Gomes, eu apoio!

Uma verdade incontestável, proferida por ninguém mais que o ÚNICO líder de personalidade que o SPFC tem em seu elenco, Rogério Ceni.

Em 2009, após passar 4 meses e 5 dias em recuperação de uma fratura no tornozelo esquerdo, quando retornou, Ceni afirmou:

"Rogério Ceni jogará pela primeira vez sob o comando de Ricardo Gomes. Ao técnico, ele creditou boa parte da recuperação do time, que chegou a figurar na 16.ª colocação, 11 pontos do topo da tabela. Desde a chegada do novo técnico, que veio para substituir Muricy Ramalho, foram sete vitórias em oito jogos. Hoje o time ocupa a quarta posição, com 33 pontos, quatro a menos que o primeiro colocado Palmeiras.

"Não conhecia o Ricardo [Gomes]. Nem de cumprimentar, nada. Mas, sem dúvida, é um cara diferenciado, que mudou a cara do time e é merecedor de estar na posição que está", disse. "Estou muito feliz por poder retribuir a ele todo esse apoio."

Matéria reproduzida do portal Estadão esportes, em 18 de agosto de 2009.

Pois bem, a memória curta insiste em perseguir o são-paulino. Até mesmo, em uma mesma temporada!!

O SPFC este ano reformulou forte (deveria sair ainda mais gente, mas esse é assunto pra depois), simplesmente, 12 atletas ou foram contratados ou retornaram ao Morumbi. Saíram diversos jogadores de campanhas antigas, de um grupo que já era saturado também.

O principal, mais uma vez, não ocorreu. A diretoria não buscou o comandante da equipe na linha, o CARA para comandar o meio-campo, em uma omissão que já dura desde 2007. Mais de 1100 dias de uma situação que não se resolve, mesmo diante de cada eliminação sofrida nos últimos anos, por justamente, faltar quem chame pra si nos momentos decisivos. Imperdoável.

Mas voltando aos reforços, os atletas que vieram não chegaram em janeiro para a pré-temporada. Chegou jogador em fevereiro, outros vieram machucados.

E assim, aos trancos e barrancos, Ricardo Gomes passou a remontar o SPFC. Sem a referência na linha, com a torcida órfã de ídolos (mas ídolos mesmo), com todo respeito ao Cicinho, por exemplo, que não seria o cara que levaria o Tricolor como o principal jogador.

E muito se falou em improvisações desde então, na falta de uma padrão de jogo.

Mas foram inventadas ou por necessidade?! Voltemos a lateral direita. Criticaram tanto o Jean por lá, MAS quem havia em seu lugar? Acham mesmo que se houvesse um dono da vaga em condições técnicas, não estaria jogando? Foram dadas chances ao Adrian Gonzalez, que não marcou, não apoiou, foi expulso e outras bobagens.

Outra questão: Jogador quando recebe proposta tentadora do Exterior e fica contrariado, NÃO É REFORÇO e sim, alternância de bons e maus momentos de quem sabe jogar bola mas não está tão mais focado no time. Aí ficam duas perguntas para o são-paulino:

1) Quem que você, torcedor tricolor, olha no elenco e diz: Esse cara decide! Como foi com Amoroso no ano do Mundial, Luizão na Libertadores, Raí nos tempos de Telê, Chulapa nos anos 80, Careca, Muller, Silas. Quem é o ídolo tricolor, salvo o goleiro?

Falando nesses últimos, olhem a patifaria que praticaram os garotos da base do SPFC, que seriam aproveitados este ano.  

2) Com tudo isso exposto acima, a culpa é do Ricardo Gomes?!

Para mim, um singelo alucinado pelo SPFC, NÃO!

É o menos culpado, pode ter os seus erros, mas relembrando Ceni, já mostrou seu valor e potencial no SPFC.

E estejam certos, nossa camisa é SOBERANA e muito forte e supera dificuldades que qualquer outro clube, não conseguiria.

Muito de nossa tradição está sendo maltratada pela mídia e rivais. Normalíssimo, mas duro, são os imediatistas de plantão, torcedores do próprio SPFC. Aqueles que a história sempre se repetem, reclamam como sempre, comemoram como nunca.

Crucificar o técnico, foi o caminho mais errado até aqui.

Os últimos jogos do Tricolor já foram prova disso.

Por isso, apoie Ricardo e seus comandados, ainda há o que evoluir, a luta do SPFC é contra o tempo também e as primeiras batalhas vencidas estão surgindo. São eles que podem fazer acontecer, pela força da camisa tricolor e nossa história na Libertadores.

E no Paulista, agora que estamos na semifinal, mesmo que a vaga tenha sido conquistada com tantos altos e baixos. É o SPFC que Está lá, NÃO OS MILIONÁRIOS QUE NÃO TEM ESTÁDIO DA CAMISA VENDIDA, NEM OS DO "TRAFFICO" que se apequenam mais a cada ano.

Somos nós, o SOBERANO, que estamos na luta!

O resto, é a falácia e o recalque de sempre, de quem não pode com nossa grandeza! 

 

 



 Escrito por Carlos Port às 12h03 [envie esta mensagem] []






SPFC, é agora, que o sentimento fortalece

Eu me lembro de um tempo, que desconhecia o que era a emoção de ser campeão da Libertadores.

Nos meus dias de adolescente, vendo os Menudos do Morumbi em 1985, time lendário que marcou época, havia lido uma faixa certa vez: Projeto Tóquio.

O que seria?

Pois bem, já jovem, em meus anos de torcida organizada, quando era tudo diferente e era possível torcer sem violência, percorrendo caravanas pelo país e jogos no Morumbi, vencemos finalmente o Brasileiro de 1991, após dois vice-campeonatos consecutivos.

O grito preso na garganta foi imenso e no ano seguinte, eis a tal Libertadores.

Com um treinador de camisa polo vermelha, senhor de respeito, que no futuro próximo, seria o Mestre, Telê Santana.

Mas o time não foi tão bem de início. Chegou a perder de 3 a 0 para o pequeno Cricíuma, empatou com times de menor expressão, com Bolivar e San Jose. Mas classificou-se. Depois veio o Nacional uruguaio nas oitavas, novamente o Cricíuma nas quartas, o Barcelona equatoriano nas semis e o Newells Old Boys da Argentina na final.

Um caminho sofrido, com derrotas fora, como era difícil! Até a glória da conquista, eternizada na maior invasão da história do Morumbi.

Assistam, recordar é viver:

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http://www.youtube.com/watch?v=6D_sOW-XX3k

E hoje?!

Crucificar o futebol ainda não convincente do SPFC é tudo que o são-paulino NÃO pode fazer agora. Criticar sim, mas esperançosos da melhora, sem jamais, voltar-se contra o time, perder a fé, pelo Time da Fé.

Somos o Mais Querido, provemos isso em nossos corações e mentes tricolores, em cada jogo, de cada campeonato, sem tanto imediatismo, sem tanto mimo, não se ganha todas, eis a magia do futebol.

Porém, quem mais ganha títulos que o Tricolor neste Brasil?!
 
É hora de reerguer, de apoiar, não de exigir cabeças. Era óbvio e está sendo nítido que o novo grupo do SPFC não iria jogar tudo de forma tão rápida. Foram 12 novos jogadores em poucos meses de trabalho. Não se encontra o ideal técnico, tático, físico e de ambiente em tão pouco tempo.

Por isso, o Tricolor avança aos trancos e barrancos, entre vitórias pouco convincentes e derrotas decepcionantes.

Mas nem por isso, não pense que é dono da razão enquanto torcedor. Lamento, não é.

Somos quase 20 milhões de PSEUDO-técnicos com TODO direito a opinião, apoio e crítica, mas tenhamos a consciência do nosso verdadeiro papel, enquanto TORCEDOR:

TORCER, AMAR, VIBRAR!

Não importa se não gosta do técnico, do presidente, do centro-avante. O que importa, é que todos eles, queira você ou não, representam o manto que você torcedor são-paulino, ama.

E falando em representar, por tudo que representa o São Paulo FC em sua vida, APÓIE!

VAMO SPFC!


 Escrito por Carlos Port às 15h47 [envie esta mensagem] []






Reedição: O sonho do Corinthians é ser o SPFC

Como ganhar do Tricolor é a vida deles! O que não percebem, é que nem assim, chegam aos nossos pés:

O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

O Corinthians leva vantagem, no retrospecto histórico, contra o SPFC.

Até hoje, são 111 vitórias alvinegras, contra 95 tricolores. Apesar da mídia vendida e clubista alardear que a vantagem é maior.

Em decisões mata-mata, idem.

Seriam, pois, melhores?! O SPFC seria freguês do Corinthians?!

Mera ilusão alvinegra, que tem explicação:


O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

Por isso, contra o Tricolor, jogam sempre como disputassem o jogo da vida, mesmo, não reconhecendo isso. Tentam disfarçar e desfazer.

O são-paulino reconhece, falta até um pouco contra eles, tamanha "necessidade" de vitória.

Afinal, a SOBERANIA tricolor é tanta, que em muitos momentos, despreza o time sem estádio, sem história no futebol mundial, quase "centenário" e ainda, sem Libertadores.


E aí, não entra em campo como se fosse por um prato de comida, como o time maloqueiro sofredor.

O são-paulino rí quando o corintiano diz que é campeão do mundo. Pobres, não sabem o que é isso de verdade. Desconhecem a verdade absoluta do futebol, seja sul-americano, europeu, ou de qualquer lugar do planeta:


Para conquistar o mundo, é preciso atravessá-lo.

É preciso o passaporte, legítimo, conquistado por direito.

Não por convite, sem sequer, sair do país. Sem ter lutado pela América. Nem tão pouco, vencer um grande time europeu.

Corinthians e Vasco disputaram final de Mundial, com que direito? Parece mais final da Série B 2008 x Série B 2009. Ou não?!


Mas voltemos ao que interessa: a rivalidade SPFC x Corinthians e o sonho alvinegro, de ser tricolor.
Eles são preto e branco, mas levam o vermelho gigante no símbolo.

Cantam "o Morumbi é nosso", de tanta inveja do maravilhoso são-paulino. Ah, se não fosse o Morumbi, o que seria de 1977...

Quando perdem, transformam cada derrota em desespero. Nenhum clássico brasileiro ou mundial representou tanta queda de técnicos quanto SPFC x Corinthians.
14 vezes na história.
15/10/1944 - São Paulo 4 x 0 Corinthians - Joseph Tiger

01/01/1946 - São Paulo 5 x 1 Corinthians - Alcides Aguiar

03/07/1954 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Rato

29/12/1957 - São Paulo 3 x 1 Corinthians - Oswaldo Brandão

22/03/1961 - São Paulo 3 x 2 Corinthians - João Lima

13/09/1970 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Dino Sani

10/08/1975 - São Paulo 2 x 1 Corinthians - Dino Sani

25/10/1981 - São Paulo 2 x 0 Corinthians - Julinho

15/12/1991 - São Paulo 0 x 0 Corinthians - Cilinho

12/10/2003 - São Paulo 3 x 0 Corinthians - Júnior

15/02/2004 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Juninho Fonseca

27/02/2005 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Tite

08/05/2005 - São Paulo 5 x 1 Corinthians - Daniel Passarella

12/03/2006 - São Paulo 2 x 1 Corinthians - Antônio Lopes

Um recorde absoluto de desespero em perder para o rival.

E quando são goleados? Choram em alambrados, depredam a cidade. Cena que se repetiu na maior série invicta de um contra o outro, entre 2003 e 2007, com 13 jogos e 5 técnicos derrubados.


O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

É ter um estádio como o Morumbi, ser Tri do Mundo legítimo, ser Tri da Libertadores, ser o maior campeão brasileiro, o maior campeão paulista da era profissional.

Como nunca dará pra chegar lá, descontam em Série B, carnaval e Copa SP.

Queriam ter um CT como o são-paulino, um CFA ao invés do terrão.

Queriam ser
dentre os grandes, o primeiro.

Mas essa verdade, é do outro hino.

Do Hino Tricolor!

Por isso, com toda certeza, o retrospecto se justifica.

Contra o SPFC, o Corinthians se supera.

Porque nada como, vencer quem mais admira.


O sonho do Corinthians, é ser o SPFC.
Algo mais a dizer, bando de loucas? Quem falou demais, já se uniu aos milhares de maloqueiros sofredores desempregados. Com a torcida do maior time brasileiro, não se brinca...


 Escrito por Carlos Port às 14h13 [envie esta mensagem] []






Ser são-paulino

Eu não sou mais são-paulino que ninguém.
Certeza convicta em meu sentimento e na minha razão.
Apenas amo o São Paulo.O apóio, o critico, acima de tudo, o venero.
Não tenho um "guia" de como torcer, apenas convivo com a minha verdade.
Que diz: Apóie!
O Tricolor em campo. Uma das coisas mais espetaculares que os meus olhos e o meu coração contemplam por toda uma vida.
Amor seguido a anos, sentimento que jamais esmorece. Somente cresce.
Na vitória traz o êxtase. Na derrota, só faz aumentar.
Por tanta gratidão e orgulho de tudo que o São Paulo traz em minha existência, o defendo como um guardião guerreiro.
Para atacá-lo, já bastam os rivais que não suportam a hegemonia tricolor e tentam sempre, e tanto, derrubar a supremacia do Mais Querido.
Entendo que o futebol não é somente feito de vitórias, de títulos, ou glórias.Sou consciente que existe a má-fase, que jogadores não são máquinas perfeitas, que técnicos não são gênios, que presidentes não podem tudo. Mas estão lá, fazendo o seu melhor, quando respeitam o clube e são respeitados.
Tenho plena certeza que não existe imediatismo, mas sim, tempo ao tempo. É ditado da vida, também é do futebol.
Apenas não perdôo a indolência, o descaso, a ingratidão, quando vista em campo. Esta é digna de ser escurraçada.
Não se afronta o manto tricolor.
Pode não ser a minha escalação predileta, mas jogarei junto com os que estiverem em campo.
Pode não ser o meu técnico preferido, mas torcerei pelas suas convicções e entrega ao time.
Pode não ser o presidente que eu goste, mas é ele que está lá, honrando o pavilhão tricolor, sua tradição e história inabalável.
Quem sou eu, afinal, para saber mais do que eles? Do que acontece em cada treino, a condição física, psicológica, técnica e tática de cada um?
Sim, eu entendo futebol, como cada igual, sou um pseudo-técnico.
Mas jamais acharei, que a minha OPINIÃO seja sinônimo da verdade.

Porque verdade, sempre existirão 3, a minha, a sua e a verdade verdadeira.

E no futebol brasileiro, a única verdade que ninguém contesta, é aquela entoada no hino:"Dentre os grandes, és o primeiro"

Jogar junto com o SPFC, acreditar sempre na vitória, jamais ser derrotista antes de cada confronto, ser sabedor do que é torcer para o Clube da Fé!

Um legado SOBERANO.

Sempre te defenderei, São Paulo Futebol Clube!


 Escrito por Carlos Port às 15h55 [] [envie esta mensagem] []






O ano começa depois do Carnaval? É fato...

Crédito-imagem: Valente Dragões da Real, parabéns pelo desfile! Uma vergonha não "deixarem" subir.

No Tricolor!

Afinal, 2010 chegou com novidades e muita expectativa.

Uma forte renovação de elenco e chegada de reforços.

Mas ao mesmo tempo, contusões, desentrosamento, mudanças táticas e condicionamento físico desaprimorado, estiveram também ao lado do SPFC, no início da temporada.

Tempo perfeito para ajustes, testes e conclusões.

Suficiente para o laboratório no Paulista e a estréia com vitória na Libertadores.

O carnaval passou.

O Reffis estará entregando em breve os novos contratados, para se juntar ao elenco que já está começando a ganhar forma. E força.

Rogério Ceni absoluto, Cicinho ídolo de volta na lateral direita, a melhor zaga do país mantida com Miranda, a grata surpresa Xandão e o retorno de Alex Silva, a ala esquerda forte com Jorge Wagner ou Junior Cesar e ainda vem Carleto. No meio-campo, a versatilidade e futebol competitivo de volantes que são até meias e vice-versa, Jean, Rodrigo Souto, Richarlyson, Leo Lima e Cleber Santana, somados aos jogadores que farão a ligação meio-campo/ataque, Hernanes e Marcelinho Paraíba. E na frente, o oportunismo matador do coração valente, limitado mas guerreiro de sempre, Washington, ao lado de Dagoberto, de Fernandinho, da promessa Henrique. E quem sabe, Fernandão. Chegando ou não, eis um dos melhores, senão o melhor, elenco do país.

Pronto para o ano, verdadeiramente, começar.

A glória já o espera, Tricolor!

VAMO SPFC!


 Escrito por Carlos Port às 15h41 [envie esta mensagem] []






Libertadores: A saga 2010, a luta pelo Tetra vai começar!

O templo, a nação.

Morumbi, torcida tricolor.


O manto, a razão.


Paixão em vermelho, preto e branco, pela Libertadores.


Ainda não é o São Paulo completo que estará em campo, seu adversário mexicano igualmente.


Mas é noite de gala, é a camisa mais forte do futebol brasileiro na América, em campo.


O único Tri quer mais.


Quer voltar a vencer o continente, conquistar o topo, ser Tetra.


Da Libertadores e Mundial.


Estaremos lá ao teu lado SPFC, na arquibancada, numeradas, camarotes, na TV, por todo o Brasil e pelo mundo afora.


Toda paixão tricolor, amor são-paulino, orgulho incomparável, esperança de quem se garante, jogando juntos.

Somos nós contra todos, sempre.


Porque não suportam a nossa grandeza, que o próprio hino revela:


Dentre os grandes, és o primeiro!


Mais uma vez, será!


Vai lá de coração, SPFC, "vamo" ser campeão!



 Escrito por Carlos Port às 12h51 [envie esta mensagem] []






Notícia do Painel FC, da Folha de São Paulo

"Não é tão bonito quanto o do São Paulo em Cotia".

As repetidas atitudes irônicas e cheias de ranço do dirigente da marginal sem número e sem estádio só podem ter uma explicação: Inveja que salta aos olhos e dói.

O presidente do time do abadá loteado parece aquela criança que cresceu subindo no muro para ver a piscina do vizinho, querendo ter uma igual e quando já adulto, conquistando a sua, ainda não esquece a outra.

Um recalque que dá dó. Um sentimento pequeno, que não dá pra disfarçar.

Mas é difícil mesmo, afinal, são 6 Brasileiros, 3 Mundiais e 3 Libertadores, Morumbi, CFA de Cotia, CCT da Barra Funda para comparar, diante de Brasileiros conquistados via Hicks e MSI, torneiozinho de verão da Fifa que ninguém reconhece, virgindade centenária na América, sem casa pra jogar, com terrão e parque ecológico pra treinar. 

Pode chorar e ser sarcástico, presidente, entendemos o seu drama.

 



 Escrito por Carlos Port às 09h57 [envie esta mensagem] []






Romeu e Julieta: Eles não esquecem o SPFC

Os times que juntos, tem estádios* que mesmo somados, não formariam um maior que o Morumbi. Aliás, um é chiqueiro e outro nem estádio é, é fazendinha.

Os times que juntos, não tem campeonatos mundiais como o Tricolor. Aliás, não tem. Tem só torneio de verão e fax sem bobina.

Os times que juntos, não tem Libertadores como o SPFC.

Os times que juntos, ainda não aprenderam a história da "moeda em pé". Desde 1935, o futebol paulista tem dentre os grandes, o primeiro.

Os times que juntos, se unem cada vez mais, contra o maior de todos eles.

Romeu e Julieta, só podia virar filme. Tragicômico, claro.

Jamais o Tricolor colocaria em seu manto, o nome de um rival inferior, como fizeram no passado recente e somente provam em atitudes, que estão unidos contra o Mais Querido.

São Paulo Futebol Clube, contra tudo e contra todos. Mas sempre, nós por nós mesmos!



 Escrito por Carlos Port às 14h37 [envie esta mensagem] []






Os empresários e a ganância, tumores da Lei Pelé

 

Os empresários e a ganância, tumores da Lei Pelé

Torcedores falam muito da lei Pelé.

Mas será que a conhecem?

Empresários de futebol certamente a conhecem. Da maneira mais vil e torpe.

Antes de uma reflexão endereçada a eles, eis partes da lei que desde 1998, mudou a relação profissional entre atletas e clubes, que visava uma correção e trouxe somente, uma distorção.

Saiu o poder dos clubes, entrou o poder dos empresários. E os atletas, manipulados ou não, rasgam as camisas que vestem.


Vamos ao que diz a Lei 9615, de 24 de março de 1998, a famosa Lei Pelé, capítulo V, Da Prática Desportiva Profissional, nos artigos específicos que na teoria, são justos, mas na prática, atingem diretamente a jugular, o coração e o pulmão dos clubes, estrangulados, esfaqueados e asfixiados, pelos empresários da bola:
“Art. 26. Atletas e entidades de prática desportiva são livres para organizar a atividade profissional, qualquer que seja sua modalidade, respeitados os termos desta Lei.

Art. 28. A atividade do atleta profissional, de todas as modalidades desportivas, é caracterizada por remuneração pactuada em contrato formal de trabalho firmado com entidade de prática desportiva, pessoa jurídica de direito privado, que deverá conter, obrigatoriamente, cláusula penal para as hipóteses de descumprimento, rompimento ou rescisão unilateral.


§ 1.º. Aplicam-se ao atleta profissional as normas gerais da legislação trabalhista e da seguridade social, ressalvadas as peculiaridades expressas nesta Lei ou integrantes do respectivo contrato de trabalho.
§ 2.º. O vínculo desportivo do atleta com a entidade contratante tem natureza acessória ao respectivo vínculo empregatício, dissolvendo-se, para todos os efeitos legais, com o término da vigência do contrato de trabalho.

Art. 29. A entidade de prática desportiva formadora de atleta terá o direito de assinar com este o primeiro contrato de profissional, cujo prazo não poderá ser superior a dois anos.


Art. 30. O contrato de trabalho do atleta profissional terá prazo determinado, com vigência nunca inferior a três meses.

Art. 31. A entidade de prática desportiva empregadora que estiver com pagamento de salário de atleta profissional em atraso, no todo ou em parte, por período igual ou superior a três meses, terá o contrato de trabalho daquele atleta rescindido, ficando o atleta livre para se transferir para qualquer outra agremiação de mesma modalidade, nacional ou internacional, e exigir a multa rescisória e os haveres devidos.

§ 1.º. São entendidos como salário, para efeitos do previsto no caput, o abono de férias, o décimo terceiro salário, as gratificações, os prêmios e demais verbas inclusas no contrato de trabalho.
§ 2.º. A mora contumaz será considerada também pelo não recolhimento do FGTS e das contribuições previdenciárias.
3.º. Sempre que a rescisão se operar pela aplicação do disposto no caput, a multa rescisória a favor da parte inocente será conhecida pela aplicação do disposto nos arts. 479 e 480 da CLT.

Art. 32. É lícito ao atleta profissional recusar competir por entidade de prática desportiva quando seus salários, no todo ou em parte, estiverem atrasados em dois ou mais meses;

Art. 33. Independentemente de qualquer outro procedimento, entidade nacional de administração do desporto fornecerá condição de jogo ao atleta para outra entidade de prática, nacional ou internacional, mediante a prova da notificação do pedido de rescisão unilateral firmado pelo atleta ou por documento do empregador no mesmo sentido.


Art. 34. O contrato de trabalho do atleta profissional obedecerá a modelo padrão, constante da regulamentação desta Lei.

Art. 35. A entidade de prática desportiva comunicará em impresso padrão à entidade nacional de administração da modalidade a condição de profissional, semi-profissional ou amador do atleta.

Art. 36. A atividade do atleta semiprofissional é caracterizada pela existência de incentivos materiais que não caracterizem remuneração derivada de contrato de trabalho, pactuado em contrato formal de estágio firmado com entidade de prática desportiva, pessoa jurídica de direito privado, que deverá conter, obrigatoriamente, cláusula penal para as hipóteses de descumprimento,
rompimento ou rescisão unilateral.

§ 1.º. Estão compreendidos na categoria dos semiprofissionais os atletas com idade entre quatorze e dezoito anos completos.
§ 2.º. Só poderão participar de competição entre profissionais os atletas semiprofissionais com idade superior a dezesseis anos.
3.º. Ao completar dezoito anos de idade, o atleta semiprofissional deverá ser obrigatoriamente profissionalizado, sob pena de, não o fazendo, voltar à condição de amador, ficando impedido de participar em competições entre profissionais.
§ 4.º. A entidade de prática detentora do primeiro contrato de trabalho do atleta por ela profissionalizado terá direito de preferência para a primeira renovação deste contrato, sendo facultada a cessão deste direito a terceiros, de forma remunerada ou não.

§ 5.º. Do disposto neste artigo estão excluídos os desportos individuais e coletivos olímpicos, exceto o futebol de campo.

Art. 37. O contrato de estágio do atleta semiprofissional obedecerá a modelo padrão, constante da regulamentação desta Lei.

Art. 38. Qualquer cessão ou transferência de atleta profissional, na vigência do contrato de trabalho, depende de formal e expressa anuência deste, e será isenta de qualquer taxa que venha a ser cobrada pela entidade de administração.

Art. 39. A transferência do atleta profissional de uma entidade de prática desportiva para outra do mesmo gênero poderá ser temporária (contrato de empréstimo) e o novo contrato celebrado deverá ser por período igual ou menor que o anterior, ficando o atleta sujeito à cláusula de retorno à entidade de prática desportiva cedente, vigorando no retorno o antigo contrato, quando for o caso.

Art. 40. Na cessão ou transferência de atleta profissional para entidade de prática desportiva estrangeira observar-se-ão as instruções expedidas pela entidade nacional de título.

Parágrafo único. As condições para transferência do atleta profissional para o exterior deverão integrar obrigatoriamente os contratos de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva brasileira que o contratou.
Pois bem, aí estão os artigos que colocam os clubes reféns de jogadores e empresários, de suas vontades “profissionais” a todo e qualquer instante de suas carreiras.

Agora, inclusive por seus “procuradores”, ainda garotos, quase crianças.

Mais difícil ainda para os clubes formadores, que não sabem se todo o investimento destinado as suas promessas de craques, como educação, moradia, assistência médica, odontológica, social, formação cidadã, será compensado em lealdade e respeito a camisa.

Só disso respeito, porque amor a camisa, esquece. Virou utopia, dizer raridade seria mentira, porque é menos que raro.

Afinal, futebol não é mais pela paixão do esporte que prepondera, é pela fria (e milionária) profissão.

Os torcedores continuam apaixonados igualmente por seus times e ídolos, infelizmente, cada vez mais, só eles.

Mas essa geração aliciada, que em 90% dos casos, veio do nada, tem a culpa relativa, já que o choque sócio-cultural é gigantesco.

Porém, para os empresários, os “advogados” entre aspas assim mesmo, piores que aqueles porta de cadeia, que defendem frios assassinos, estupradores, traficantes, para os procuradores, que defendem a “luz do Direito os seus atletas”, como se não fossem ganhar e muito com isso, algumas perguntas:

Onde estavam vocês, “defensores” dos frágeis jogadores, quando eles estavam nas favelas, na miséria, fugindo da droga, do crime e um clube os acolheu e deu escola, teto, alimento, acima de tudo, esperança.

Onde estavam vocês, “dignos” representantes dos inocentes atletas juniores e profissionais, quando eles não sabiam ler, escrever, não tinham rumo na vida a não ser, estarem entregues a própria vida.

Onde estavam vocês, “corretos” procuradores, quando cada um deles não eram nada...

E com qual direito, se conhecem mesmo o sentido literal da palavra, julgam que podem destruir esses alicerces de dignidade oferecidos para essa juventude?

Pior que podem, porque a lei, resolveu permitir.
Durmam, portanto, com a tal "justiça" que trabalham, mas tenham insônia, pela consciência.

A não ser, que comprem também o sono, pela ganância do dinheiro correto, mas imoral, que recebem.


 Escrito por Carlos Port às 22h53 [envie esta mensagem] []






Mais uma pesquisa de torcida: e precisa?

Nesta primeira semana de janeiro, saiu publicada mais uma pesquisa de torcidas de futebol no Brasil.

Mais uma vez, de um "renomado" Instituto.

Seguem, abaixo, trechos da matéria reproduzida no site globo.com:

" Pesquisa mostra que torcida do Flamengo cresceu no Brasil em 2009

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1433458-9825,00.html

Segundo o 'Datafolha', clube carioca aumentou ainda mais a diferença com relação ao Corinthians após a conquista do Campeonato Brasileiro

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Torcida do Flamengo aumentou, diz pesquisa

O Flamengo segue sendo a maior torcida do país. Pelo menos é o que mostra a última pesquisa do 'Datafolha' sobre a preferência clubística dos  brasileiros.


Feita poucos dias após o título, a pesquisa mostrou que 19% das pessoas acima dos 16 anos torcem para o Flamengo. Isso representa um aumento de 2% com relação às pesquisas feitas em novembro de 2007 e 2008, quando o clube aparecia com 17% da preferência nacional.

Significa também um distanciamento com relação ao
Corinthians, que aparecia com 12% em 2007, havia alcançado 13% em uma pesquisa divulgada em 2008 e não teve variação em 2009.

O crescimento do Flamengo está dentro da margem de erro de dois pontos. Isso quer dizer que o time pode ter entre 17% e 21% dos torcedores do Brasil. Porém, os dois pontos a mais do Rubro-Negro acabam com o empate técnico que existia com o Corinthians em 2008. O time paulista pode ter entre 11% e 15% das preferências, contando a margem de erro.

Fora do Rio de Janeiro, a pesquisa também aponta o Flamengo como o clube que mais atrai torcedores. No Nordeste, o número é de 25%. Nas regiões Centro-Oeste e Norte, são 30%. Sendo que nenhum outro clube ultrapassa os 10% na preferência dos entrevistados.

Entre os torcedores que de 16 a 24 anos, o Flamengo segue sendo líder. A pesquisa mostrou que 23% do público dessa idade torce para o clube.

O 'Datafolha' entrevistou, entre os dia 14 e 18 de dezembro de 2009, 11.258 pessoas acima de 16 anos para realizar esse estudo. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O São Paulo, apesar das recentes conquistas de Brasileirão, segue com 8%, mesmo índice alcançado em 2007. O Palmeiras subiu de 6% para 7%, enquanto o Vasco caiu de 6% para 5%, variações que estão dentro da margem de erro.

Entre os times gaúchos, uma pequena variação. Na pesquisa anterior, o Grêmio tinha 4% da preferência nacional, contra 3% do Inter. Agora, os dois estão empatados com 3%. Entre os mineiros, nenhuma mudança em relação ao último levantamento: o Cruzeiro tem 3% e o Atlético-MG tem 2%.

Ok, vamos debater um pouco a "tal pesquisa tão categórica" e afirmativa, que pessoalmente fez lembrar, lá nos idos dos anos 80, o dia no qual FHC sentou na cadeira de prefeito de São Paulo, baseado em pesquisas, mas quem venceu foi Jânio Quadros.

Então quer dizer que o HEXA com asteriscos ou PENTA legítimo rubro-negro fez com que sua torcida aumentasse 2%de 2007 pra cá?!

Isso significa dizer, aproximadamente na população brasileira, que quase 4 milhões de torcedores acima dos 16 anos (mais da metade da população do próprio Rio de Janeiro), como se não tivessem time até então, o que convenhamos, é bem raro, virassem flamenguistas. 

O Flamengo foi campeão em 06/12/2009, a amostragem é de 18/12/2009. Um título nacional converteria tanta gente em tão pouco tempo?! Para quem essa juventude toda, acima dos 16 anos, torcia até então?! Teria acontecido mesmo esse "boom" em 2 anos?

O futebol não engana, mas segue interesses históricos, essa é a realidade que mais uma vez parece se evidenciar.

Dizer que a torcida do SPFC permaneceu INALTERADA (8% desde 02/02/2006), mesmo diante do Tri-Hexa 2006/2007/2008, ao passo que milhões de torcedores rubro-negros surgiram depois de 2 anos e 12 dias após um título confirmado(data da pesquisa), é para querer convencer quem?!

Não é preciso pensar muito para se ter a resposta, mas que esta, seja da consciência de cada um.

Eu não acredito e afirmo sem medo de errar: NÃO é esta a realidade das torcidas no futebol brasileiro. Não duvido que rubro-negros tenham crescido, até mesmo, corintianos após os efeitos de Ronaldo e da massacrante ação da mídia expondo o time do Parque São Jorge em seu centenário (apesar da pesquisa Datafolha dizer que foi apenas 1%), mas o cúmulo é afirmar que a torcida do SPFC não expandiu sua nação. Ainda bem que os estádios ao longo do país estão aí para estabelecer a verdade, acima de qualquer tabulação. 

Uma outra "pérola"da pesquisa afirma que a torcida do Palmeiras cresceu ao passo que a do Tricolor paulista não, beirando o ridículo non sense. Mesmo Datafolha que em amostragem anterior entre 26 e 29 de novembro de 2008, http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/0,,MUL260098-4274,00.html , afirmava que a torcida do SPFC no Estado de SP era maior que a do Palmeiras e Santos somadas. É muita contradição.

Sou um leigo torcedor, não tenho embasamento científico para contestar a amostragem do repito, "credenciado" instituto de pesquisa.

Mas que parece ter planilhado um livro de piadas.

O Brasil sabe o mapa das torcidas nacionais, é isso que importa.

E vive o crescimento constante da torcida do SPFC, que incomoda tanta gente.

O resto, é "pesquisa".

Aliás, curiosidade, alguém já te entrevistou para saber o seu time?



 Escrito por Carlos Port às 14h11 [envie esta mensagem] []






Oscar: Apenas um depoimento

Imagem: Uol Esporte
Não vou falar do que eu lí no noticiário, sobre a rescisão do contrato do garoto Oscar.

Nem da sua perspectiva em jogar em clube rival.

Muito menos, da versão dada pela imprensa, diante do que o "advogado" e também o empresário da jovem promessa, alegaram.

Vou dizer o que ví e ouví, quando estive em 2007, no CFA em Cotia.

Na oportunidade, fui muito bem recebido pelo departamento de base do Tricolor, para conhecer o Centro de Formação de Atletas, com o intuito de promover uma coluna especial do local.

Pude conhecer Zé Sérgio, meu primeiro grande ídolo são-paulino.

E pude testemunhar a fantástica estrutura que o SPFC arduamente ampliava, mesmo já sendo grandiosa da forma que estava, com muitos campos, alojamentos para todos os garotos da base, restaurante, assistência fisiológica, médica-odontológica, exigência de acompanhamento escolar, tudo isso e mais benfeitorias, sendo alimentado pelo clube em sistema de auto-gestão.

Foi neste dia que entra o meu depoimento sobre Oscar, pois em um bate-papo com um dos dirigentes da base tricolor, que me permito reservar o nome, ele confirmou a viagem do garoto à Espanha, mas com todos os motivos plausíveis. Me disse naquela oportunidade:

"Nós temos um garoto aqui, que é um diamante a ser lapidado. E incrível, nem bem tem 16 anos e já precisamos protegê-lo, face essa odiosa Lei Pelé que só prejudica os clubes formadores. E o que é pior, tentamos proibir o acesso discriminado de empresários aqui dentro, mas eles sempre dão um jeito de aliciar nossos meninos. Esse que comentei com você, tivemos que mandá-lo a Europa para evitar os abutres."

Portanto, seja qual foi o artifício que induziu Oscar a representar contra o SPFC, tenho certeza de que o clube sempre fez tudo por ele.

Não só por ele, mas pelas centenas de garotos que o clube investe e muito, pelo futuro de cada um. O SPFC acolhe, tira da miséria, quem sabe do crime e da droga, dá dignidade, moradia, escola, formação, integridade, esperança. Dá perspectiva de VIDA!

E eis o que recebe...

Condenar o SPFC?!

Jamais!

Pois as únicas coisas lamentáveis nisso tudo, são a inversão de valores, o egoísmo, a ingratidão e a ganância.

Independente do que afirmem.

Muito triste, ver que o futebol, alegria do povo, também é reflexo desse mesmo povo desapegado a qualquer formação moral e de respeito institucional.

Mas não é de esperar outra coisa, se não conhecem sequer cidadania e nem o próprio país defendem como deveriam.

Geração alienada, amparada por uma lei escrota.

É o futebol brasileiro, onde o SPFC é um dos poucos heróis da resistência, no front da podridão.
Existe ainda um verdadeiro "colonialismo" no futebol, como nos tempos do pau-brasil, ou seja, os clubes estrangeiros vem aqui, tiram a preço de banana e vendem a preço de ouro lá fora.

"Eles", com a chancela Fifa, resolveram diminuir um pouco a sacanagem, com a lei dos 5% repassados ao time formador, em cada negociação futura que um jogador prata da casa, possa concretizar.

Mas ainda é muito pouco, diante do aliciamento e da abissal diferença entre moeda e salário existentes (surreal, por sinal).

É que somos fanáticos (mundo inteiro) e alimentamos também a "dinheirama" que se paga no futebol.

Se ocorresse um pouco de razão somente, jamais aplaudiríamos aqueles que são formados em casa e desde cedo, já saem ganhando 80, 100, 150, 200 mil reais por mês, com esforços pagos dos times que desde mirins ou juvenis, cuidaram de suas carreiras e desenvolvimento. E o que recebem em troca, é o sentimento de que o "sonho" é lá fora.

Amor a camisa?

Esqueçam.

Sim, os clubes também PRECISAM vender. Sim, é dado todo direito ao jogador que tem talento ser recompensado por isso.

Mas ao menos, com um período de gratidão que recompense todo o sacrifício que o clube teve anos com ele.

Quando cogitaram Breno de volta, por exemplo, sinceramente pensei: Pra quê?!

Oras, mal foi formado, na primeira projeção, já quis ir embora. O SPFC ainda o queria, nem pode colher devidamente os frutos do seu pupilo, porque a família e claro, ele próprio, já quiseram se mandar.

Sair tão cedo assim é muita ingratidão e sacanagem.

E o que a torcida depositou tamanha esperança e apoio como ídolo?!

Simplesmente, o amor de torcedor, é apenas mera utopia nessas horas.


 Escrito por Carlos Port às 08h25 [] [envie esta mensagem] []






A mídia e a farsa sustentada das torcidas. Mitos caídos, lendas, mentiras e tabus

A televisão, desde o seu advento no Brasil, caminha lado a lado do futebol, o esporte do povo brasileiro.

Justamente por isso, por essa história, deveria respeitar mais o torcedor, enquanto pluralidade de times.

E deixar de cultivar mitos caídos, mentiras, lendas e tabus do passado, como se não tivesse ocorrido uma grande transformação das maiores torcidas brasileiras.

Até o século passado, sendo mais exato, até as décadas de 1970/1980, os clubes que tinham o rótulo de “massa”, ou seja, de mais torcida no Brasil (povão), eram o Flamengo, o Corinthians, o Atlético Mineiro e o Internacional, no quadrilátero maior do futebol brasileiro, Rio/SP/Minas/RS.

Eram os chamados times do povo.

Pois bem, acontece que desde os anos 90, muita coisa mudou claramente e esse mapeamento de multidões, foi totalmente transformado.

Galo e Colorado? Já foram ultrapassados por Cruzeiro e Grêmio em seus respectivos Estados, nos últimos anos. Vivem de estigmas do passado, no sentido de serem os "times do povo".

O Rio de Janeiro, somado ao Norte/Nordeste do Brasil, faz com que o Flamengo ainda seja a maior torcida.

Em São Paulo (com reflexos em todo país), ocorre o maior fenômeno de crescimento de uma torcida no Brasil. Em todas as classes sociais e principalmente, na juventude, a torcida do SPFC é a que mais avança em território nacional. A cerca de duas décadas, ultrapassou a do Palmeiras, se tornando a segunda torcida do maior Estado brasileiro. Atualmente, nem palmeirenses e santistas somados, equivalem ao número de são-paulinos no Estado.

Portanto, a mídia que televisiona o futebol, deveria SER VERDADEIRA e deixar de lado suas tentativas de manter o passado em evidência, no IBOPE dos seus interesses.
O Flamengo é do Rio de Janeiro. Estado que segundo o último IBGE, possui cerca de 15,5 milhões de habitantes. Destes, segundo o Datafolha, último instituto a fazer um levantamento nacional sobre torcidas, cerca de 46% são flamenguistas. Aproximadamente então, 7,1 milhões de torcedores no Estado fluminense.

Pois bem, arredondando para baixo, a população do Estado de SP, é de 40 milhões de habitantes. Destes, segundo as mesmas pesquisas do Datafolha e similares, 21% são são-paulinos, face a 29% de corintianos e distantes 13% de palmeirenses e 7% de santistas. Em números absolutos e aproximados, são 8,5 milhões de torcedores tricolores só no Estado de SP.

http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/0,,MUL260098-4274,00.htmlhttp://olharcronicoesportivo.blogspot.com/2008/01/torcidas-pesquisa-datafolha-janeiro.html

Só partindo dos seus respectivos Estados e nas maiores metrópoles do país, É INEGÁVEL que o número de são-paulinos é maior que o de flamenguistas.

Mas o SPFC parece que trabalha contra tudo e contra todos. Para a onda que tenta derrubar o Tricolor, freando o crescimento de sua nação, mais verdades absolutas.

Existem mais são-paulinos do que habitantes em várias das maiores cidades do mundo (em números aproximados):

Paris+Île-de-France (10 milhões)

Tóquio (12 milhões).

Istambul (12,1 milhões).

Roma (2,6 milhões).

Berlim (3,5 milhões).

Moscou (12,2 milhões)

Washington (5,8 milhões).

Nova Iorque, sem entorno (8,5 milhões).

Londres e toda região metropolitana (14 milhões).

Buenos Aires (2,9 milhões).
No Brasil são mais são-paulinos do que a população INTEIRA do Estado do Rio de Janeiro e do que na cidade toda de São Paulo, a mais populosa do país.

O Tricolor do Morumbi, time de massa, maior torcida Tricolor existente no Brasil e no mundo.

E de uma vez por todas, mereceria RESPEITO.

Mas não o tem. O que no fim, não importa, para o são-paulino, “somos nós por nós mesmos”.

E ser SOBERANO é a resposta.

A torcida que mais incomoda, pela grandeza da sua instituição e crescimento incontido da sua nação.
E o comparativo SPFC X sccp

Merece um adendo especial.

Abaixo, uma interessante e reveladora tabela:

SPFC
2005 a 2009
Público Total: 2062206
95 jogos
Média: 21707

SCCP
2005 a 2009
Público Total: 2032797
95 jogos
Média: 21397

O que ela significa (e os números não mentem):

Andrés Sanchez, o recalcado presidente alvinegro, bate no peito para dizer que o time dele não utilizará o único estádio capaz de receber grandes públicos em SP, como se o Tricolor perdesse com a ausência do time da marginal sem número e sem estádio.

Como se a tal "Fiel" fosse o único fenômeno de torcida em SP, como antigamente. Acorde, Andrés, não está mais sozinho.

O Tricolor obteve nos últimos 5 Brasileiros, média de público SUPERIOR ao rival.

Ganhou 3 títulos é verdade, ante 2 dos corintianos (série A e série B).

Mas não afirmam que uma torcida Fiel apóia sempre, na boa e na ruim? Se fosse assim e se eles são tão maiores como dizem, como explicar o SPFC na frente?!

Simples:

Realidade que incomoda!

E que cada vez mais, será evidente, mesmo diante de camisas vendidas a Ronaldos e afins.

Em 74 anos, o Tricolor já conquistou mais do que qualquer clube centenário, títulos, estrutura, patrimônio e tradição internacional.

E o torcedor paulista e brasileiro, sabe disso muito bem.


 Escrito por Carlos Port às 15h19 [envie esta mensagem] []






"Vamos matar os bambi", resposta enviada ao presidente do Palmeiras

 

"Vamo matar os bambi", resposta enviada aos porcos

São Paulo, 26 de novembro de 2009.

Ao
Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras
Luiz Gonzaga Belluzzo

Sr. Belluzzo,

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva fez pouco, ao apenas suspendê-lo por atos insanos, enquanto dirigente máximo de um dos clubes de futebol mais tradicionais do Brasil.

É bem verdade, que se trata de uma agremiação que diminuiu demais sua torcida nas últimas 3 décadas, deixando de ser a segunda coletividade do Estado de SP a muitos anos e hoje, nem somando-se ao co-irmão Santos, é capaz de alcançar o número de torcedores do São Paulo FC, segundo revelam as pesquisas dos maiores institutos do país.

Instituição que o senhor falhou, novamente, ao tentar atingir sua imensa nação, em mais uma clara demonstração de ódio, recalque e desespero palmeirense, diante da grandeza do Tricolor paulista, proferindo cânticos surreais de apologia à violência, na festa da maior torcida organizada do seu time.

Horda esta que insuflada reagiu ao seu patético discurso.

Sabe os riscos que esta sua estúpida atitude representou, senhor presidente, para o futebol paulista?

Responda em consciência:

O senhor mesmo já disse que não é do futebol, mas conhece os esforços do Ministério Público, da Polícia Militar, da Federação do seu amigo de manifestação anti-sãopaulina Del Nero e de todos os grandes clubes comprometidos com o combate a violência, nos estádios da capital paulista e interior?

Tem noção do que uma manifestação acirrando rivalidades de forma odiosa, difundida no universo virtual como está sendo, é capaz de gerar?

A repercussão só não é e nem será catastrófica, porque hoje, o senhor se tornou desprezível em seus atos.

Não é a toa que o Palmeiras não conquistou nada este século, a não ser, vergonha em sua história.

Por fim, digo-lhe que palmeirenses de bem como o saudoso Clodovil e vivos como o Leão Lobo, entre tantos outros torcedores do seu time livres em suas opções e que merecem respeito, não mereciam esta atitude doente.

Pobre e deplorável porco, o cavalo paraguaio de 2009, cada vez menor.



 Escrito por Carlos Port às 10h05 [] [envie esta mensagem] []






A rivalidade do trio de ferro, pelo são-paulino, capítulo 2. O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

A rivalidade do trio de ferro, pelo são-paulino, capítulo 2: O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

O Corinthians leva vantagem, no retrospecto histórico, contra o SPFC.

Até o segundo semestre de 2009, são 110 vitórias alvinegras, contra 95 tricolores.

http://br.geocities.com/spfchistoria2/corinthians_sp.htm (até 2008, some-se mais 3 vitórias corintianas e 1 empate, que chega em 110 a 95).

Em decisões mata-mata, idem.

Seriam, pois, melhores?! O SPFC seria freguês do Corinthians?!

Mera ilusão alvinegra, que tem explicação:


O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

Por isso, contra o Tricolor, jogam sempre como disputassem o jogo da vida, mesmo, não reconhecendo isso. Tentam disfarçar e desfazer.

O são-paulino reconhece, falta até um pouco contra eles, tamanha "necessidade" de vitória.

Afinal, a SOBERANIA tricolor é tanta, que em muitos momentos, despreza o time sem estádio, sem história no futebol mundial, quase "centenário" e ainda, sem Libertadores.


E aí, não entra em campo como se fosse por um prato de comida, como o time maloqueiro sofredor.

O são-paulino rí quando o corintiano diz que é campeão do mundo. Pobres, não sabem o que é isso de verdade. Desconhecem a verdade absoluta do futebol, seja sul-americano, europeu, ou de qualquer lugar do planeta:


Para conquistar o mundo, é preciso atravessá-lo.

É preciso o passaporte, legítimo, conquistado por direito.

Não por convite, sem sequer, sair do país. Sem ter lutado pela América. Nem tão pouco, vencer um grande time europeu.

Corinthians e Vasco disputaram final de Mundial, com que direito? Parece mais final da Série B 2008 x Série B 2009. Ou não?!


Mas voltemos ao que interessa: a rivalidade SPFC x Corinthians e o sonho alvinegro, de ser tricolor.
Eles são preto e branco, mas levam o vermelho gigante no símbolo.

Cantam "o Morumbi é nosso", de tanta inveja do maravilhoso são-paulino. Ah, se não fosse o Morumbi, o que seria de 1977...

Quando perdem, transformam cada derrota em desespero. Nenhum clássico brasileiro ou mundial representou tanta queda de técnicos quanto SPFC x Corinthians.
14 vezes na história.
15/10/1944 - São Paulo 4 x 0 Corinthians - Joseph Tiger

01/01/1946 - São Paulo 5 x 1 Corinthians - Alcides Aguiar

03/07/1954 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Rato

29/12/1957 - São Paulo 3 x 1 Corinthians - Oswaldo Brandão

22/03/1961 - São Paulo 3 x 2 Corinthians - João Lima

13/09/1970 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Dino Sani

10/08/1975 - São Paulo 2 x 1 Corinthians - Dino Sani

25/10/1981 - São Paulo 2 x 0 Corinthians - Julinho

15/12/1991 - São Paulo 0 x 0 Corinthians - Cilinho

12/10/2003 - São Paulo 3 x 0 Corinthians - Júnior

15/02/2004 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Juninho Fonseca

27/02/2005 - São Paulo 1 x 0 Corinthians - Tite

08/05/2005 - São Paulo 5 x 1 Corinthians - Daniel Passarella

12/03/2006 - São Paulo 2 x 1 Corinthians - Antônio Lopes

Um recorde absoluto de desespero em perder para o rival.

E quando são goleados? Choram em alambrados, depredam a cidade. Cena que se repetiu na maior série invicta de um contra o outro, entre 2003 e 2007, com 13 jogos e 5 técnicos derrubados.


O sonho do Corinthians é ser o SPFC.

É ter um estádio como o Morumbi, ser Tri do Mundo legítimo, ser Tri da Libertadores, ser o maior campeão brasileiro, o maior campeão paulista da era profissional.

Como nunca dará pra chegar lá, descontam em Série B, carnaval e Copa SP.

Queriam ter um CT como o são-paulino, um CFA ao invés do terrão.

Queriam ser
dentre os grandes, o primeiro.

Mas essa verdade, é do outro hino.

Do Hino Tricolor!

Por isso, com toda certeza, o retrospecto se justifica.

Contra o SPFC, o Corinthians se supera.

Porque nada como, vencer quem mais admira.


O sonho do Corinthians, é ser o SPFC.
Algo a dizer, bando de loucos?


 Escrito por Carlos Port às 11h01 [] [envie esta mensagem] []






A rivalidade do trio de ferro, pelo são-paulino. Capítulo 1: Palmeiras

A rivalidade do trio de ferro, pelo são-paulino

Tem aquele amigo fanático pelo Curintia ou pelo Parmera?

Pois bem, amigo são-paulino.

Só nós sabemos o que é ser SOBERANO.

Condição que é realidade histórica, conquistada nas glórias do São Paulo FC e pela sua própria imponência.

Os títulos mundiais, as Libertadores, os campeonatos nacionais. Supremacia em todos eles no futebol brasileiro.

O Morumbi, o CCT da Barra Funda, o CFA de Cotia. Quem tem igual?

Porém, falar de nós mesmos pode parecer arrogância (e não é que somos um pouco mesmo?). Mas para provar através dos rivais quem manda em SP e no Brasil, eis o que são os adversários do SPFC, o Mais Querido, pertencentes ao "trio de ferro" do futebol paulista.

Não chorem rivais, nem se enraiveçam, se conformem. É a realidade transparente, a verdade que dói:

Capítulo1: O Palmeiras acabou

O Palmeiras acabou

É fato.

O time de colônia, dos simpáticos italianos, tão importantes para o desenvolvimento da terra bandeirante, em cultura e trabalho, sobrevive moribundo a muitos anos.

Desde 1976, ano do último título conquistado sem vender a camisa para ninguém.

Atualmente é quase embalsamado, letárgico, dá sinais de vida apenas quando entrega sua história a que compra o time por determinados períodos.

Quando os comparsas, melhor dizendo, os parceiros, saem, voltam ao ostracismo.

Foi assim na era do leite italiano, é assim na fase do “tráfico” de atletas.

Mas o Palmeiras, Palmeiras, está quase morto.

Sem sua camisa leiloada, entregue, rifada, foram 16 anos de fila, terminados na era da leiteria que se apossara do clube.

Mas que pensava mais nela, do que no próprio Palmeiras. Montava esquadrões movidos a milhões de dólares, somente para vender seus atletas com maior lucro para o exterior. O porco se tornara menor, em importância para a empresa-mãe, do que o pequenino Parma, time modesto italiano.

Pela avidez e ganância do lucro, foram barrados na ilusão de conquistarem o mundo. Ficaram no caminho do Manchester United, na falha do maior goleiro da era da camisa vendida.

Os fabricantes de laticínio saíram, o time voltou ao coma.

Segunda divisão nacional, humilhação, vergonha.

Até o atual comprador da camisa, que chamam de parceiro, chegar.

Muito amigos da Federação do futebol paulista, conquistaram um modesto campeonato estadual, com direito a gás de pimenta e chiqueiro apertado nas fases finais.

E só isso.

Hoje, luta desesperadamente pelo primeiro título de importância do novo século, que vai findando sua primeira década. Para tanto, pagam milhões de contrato, para um símbolo tricolor. Foi o jeito, a saída para tentar sair da inoperância, pra combater a impotência.

Mas o Palmeiras, Palmeiras, está quase morto.
E agoniza quando lembra, da freguesia para o São Paulo FC.

Libertadores, 1974, 1994, 2005 e 2006, eliminado todas as vezes pelo Tricolor. Jamais venceu um jogo sequer, fosse no Morumbi, ou no cercadinho do que chamam de jardins suspensos.

Em 12 confrontos de mata-mata na história, 10 vitórias são-paulinas.

Paulista 1987 - Semifinal
Palmeiras 0 x 0 São Paulo - 15/08
São Paulo 3 x 1 Palmeiras - 23/08
Paulista 1992 - Final
Palmeiras 2 x 4 São Paulo - 05/12
São Paulo 2 x 1 Palmeiras - 20/12
Libertadores 1994 - Oitavas-de-final
Palmeiras 0 x 0 São Paulo - 27/04
São Paulo 2 x 1 Palmeiras - 24/07
Rio-São Paulo 1998 - Semifinal
Palmeiras 2 x 1 São Paulo - 17/02
São Paulo 1 x 0 Palmeiras - 25/02
Paulista 1998 - Semifinal
São Paulo 2 x 1 Palmeiras - 19/04
Palmeiras 1 x 3 São Paulo - 26/04
Copa do Brasil 2000 - Quartas-de-final
São Paulo 2 x 1 Palmeiras - 24/06
Palmeiras 2 x 3 São Paulo - 27/06
J. Havelange 2000 - Oitavas-de-final
Palmeiras 1 x 1 São Paulo - 25/11
São Paulo 1 x 2 Palmeiras - 30/11
Rio-São Paulo 2002 - Semifinal
Palmeiras 1 x 1 São Paulo - 21/04
São Paulo 2 x 2 Palmeiras - 27/04
Superpaulistão 2002 - Semifinal
Palmeiras 0 x 2 São Paulo - 19/05
São Paulo 2 x 2 Palmeiras - 22/05
Libertadores 2005 - Oitavas-de-final
Palmeiras 0 x 1 São Paulo - 18/05
São Paulo 2 x 0 Palmeiras - 25/05
Libertadores 2006 - Oitavas-de-final
Palmeiras 1 x 1 São Paulo - 26/04
São Paulo 2 x 1 Palmeiras - 03/05
Paulista 2008 – Semifinal
SPFC 2 X 1 Palmeiras – 13/04
Palmeiras 2 x 0 SPFC – 20/04

Um massacre no frigorífico, Jason, o estripador das vísceras suínas.

E o são-paulino rí:

Do mundial por fax.

Da torcida em extinção, ultrapassada a décadas pela nação tricolor.

O Palmeiras, Palmeiras, está quase morto.

Algum argumento, porcos?


 Escrito por Carlos Port às 10h21 [envie esta mensagem] []






Oh, o Capitão voltou

imagem: site Rogério Ceni oficial

O Brasileirão, em 2009, abrirá o segundo turno de forma emocionante.

Jogos importantes, partidas equilibradas pelo título e contra o rebaixamento.

Para estar dentro do G4 e fora dos 4 últimos colocados.

Porém, para o são-paulino, é noite de razão e emoção.

Nenhuma torcida terá maior orgulho de estar presente ao estádio que a nação tricolor, na noite de quarta-feira.

Noite de quarta-feira que faz lembrar Libertadores, que faz lembrar de heróis tricolores.

Dentre eles, Rogério Ceni, que estará de volta ao seu lugar, o de Capitão do SPFC, após sua traumática fratura.

E mais uma vez, espetacular superação de limites. Contou com a força do Reffis, com a vocação obstinada de outro alicerce tricolor, que gosta de permanecer alheio aos holofotes, o mestre da fisioterapia, Dr. Rosan. Ele e os demais valorosos profissionais do Reffis e do departamento médico do SPFC, merecem o total agradecimento.

Daquele goleiro que ainda tão jovem, vestia a camisa do SPFC e se tornou campeão da Taça Conmebol, em 1994, desbancando junto do Expressinho Tricolor, rivais de tradição. O primeiro título como titular de uma história que havia começado no Tricolor, em 1990, dia 07 de setembro, independência do Brasil.

Surgia ali um talento promissor.  

De talento, ao maior líder em campo dos últimos 20 anos, quem sabe, da história do Mais Querido, nos gramados.

O bastião guerreiro da época das vacas magras, sofrida para o são-paulino, entre 1995 e 2005. Mas Rogério lutou com o SPFC, que reformava o Morumbi, que havia perdido o tempo áureo de Telê.

Jamais esmoreceu nesse período, ganhou sim títulos, derrotou o rival Corinthians no retorno de Raí em 1998, impediu que o Santos saísse da fila em 2000, com golaço de craque, uma de muitas das suas faltas memoráveis. O primeiro, marcado em Araras, contra o União São João, em 1997.

E já são 83 gols, do recordista mundial, do goleiro-artilheiro, Rogério Ceni!

Viu ser revelado para o mundo o menino Kaka, em 2001, na conquista do Rio-SP.

Mas os maiores desafios estavam por vir.

"Para conquistar o mundo, é preciso atravessá-lo", diz o bandeirão tricolor.

O homem dos "limites ilimitados" sabia disso. E foi atrás do desafio, da saga.

A reconquista da vaga na Libertadores, em 2003.

O drama vivido em 2004, mas ao mesmo tempo, o inesquecível duelo com o Rosario Central.

A maturidade, o ápice estava chegando.

2005. Campeão paulista, herói da Libertadores, gigante do Mundial.

O goleiro-artilheiro se tornara o maior goleiro do mundo.

Não se deu por satisfeito. Era o tempo de buscar a SOBERANIA do Brasil, junto do SPFC.

Tri-Hexa.

Eis a história de um mito, que só o são-paulino pôde vivê-la e contará aos seus filhos e netos.

O legado de Rogério Ceni.

Bom retorno, Capitão! A nação tricolor te espera e o reverencia!

 



 Escrito por Carlos Port às 10h33 [envie esta mensagem] []






Ceni credita a Ricardo Gomes reação do SPFC

Ceni credita a Ricardo Gomes reação do SPFC

Rogério Ceni credita reação do São Paulo a Ricardo Gomes
Goleiro diz que seria injusto não valorizar o trabalho do novo treinador
Fernando Poffo/GLOBOESPORTE.COM

Ceni elogiou Ricardo Gomes e quer voltar a jogar logo para ajudar o novo treinador Rogério Ceni não pensou duas vezes quando questionado sobre a importância de Ricardo Gomes na reação do São Paulo neste Campeonato Brasileiro, mesmo com pouco tempo de trabalho.

- Esse momento bom que o São Paulo está vivendo se deve ao Ricardo Gomes. A resposta que a equipe deu, essa mudança grande. O Ricardo trabalha muito bem o lado psicológico, é mais jovem e tem uma maniera diferente de lidar com as pessoas. A gente deve creditar a ele a recuperação da confiança da equipe, temos que ser justos - elogia o goleiro.

Aflito para voltar a trabalhar, Rogério Ceni apenas fica chateado pelo fato de não poder ajudar o novo treinador.

- A gente acaba criando um vínculo com o técnico quando a gente trabalha junto. Eu até falo para o Ricardo que acho lamentável não poder colaborar.

Ao comentar a relação que o jogador cria com os treinadores, Rogério lembrou que a amizade com Muricy Ramalho, agora técnico do Palmeiras, continua.

- Troca de treinador é sempre traumática porque o vínculo não é só de um profissional, é de amigo mesmo. E prezo muito isso, gosto de preservar. Não é porque ele saiu que isso acabou. Há um carinho especial pelo Muricy e agente torce por ele. Não que eu vá querer que o Palmeiras seja campeão, mas desejo felicidade ao Muricy, exceto quando ele enfrentar o São Paulo - brincou o goleiro.
_____________________________
Em outras palavras:

O SPFC PRECISAVA da mudança.
Mas não significa, que o passado se apaga.
Tudo tem seu começo, ápice, apogeu e declínio.
Até com Ceni será assim...
Valeu Ricardo Gomes, obrigado Muricy, vamo SPFC!


 Escrito por Carlos Port às 11h01 [envie esta mensagem] []






 

SPFC e a torcida mais fantástica do Brasil

Em duas passagens, um resgate histórico.

Quem acompanhou o Tricolor nos anos 80 até a metade dos 90, reviverá a emoção na retina, como se estivesse lá novamente.

Quem não viveu, fica a lição de que a torcida do SPFC não precisa se espelhar em nenhuma outra, pois é maravilhosa em sua história e tradição. Fazia a festa mais espetacular do futebol paulista e brasileiro, nas cores tricolores que tomavam conta da arquibancada do Morumbi.


Época mágica, onde a livre expressão da festa do futebol paulista era permitida. Tempos em que os bons, não pagavam pelos maus.

Hoje, amordaçaram a festa, o torcedor são-paulino e demais rivais do Estado de São Paulo, só assistem a festa dos outros Estados e países. Realmente, é bonito o que praticam gremistas, zeneizes do Boca Juniors, o mosaico, sinalizadores e bandeiras do Fluminense, a torcida rubro-negra, colorada, cruzeirense, atleticana.

NINGUÉM JAMAIS FEZ FESTA NA ARQUIBANCADA TÃO FANTÁSTICA, quanto a TORCIDA DO SPFC.

Uma pena que apenas quem viveu no estádio, é capaz de comprovar. Mas um conselho aos mais novos, não duvidem dessa verdade.

A corda vencida: 1987

O Morumbi, até 1995, era praticamente outro estádio. Primeiramente, em sua capacidade, onde o gigante Cícero Pompeu de Toledo recebia mais de 100 mil pessoas.

Não havia o setor azul, a laranja, a vermelha e a amarela. Tudo era “cimentão”cinza e os clássicos, eram divididos na corda e no cordão de isolamento da Polícia Militar.

O Morumbi tinha 12 setores de arquibancada, ou “gomos”, para os das antigas. Em dia de clássico e casa cheia, a PM disponibilizava apenas 10 abertos para cada torcida e deixava 2 fechados, atrás dos gols. A torcida que viesse em maior número, tinha os setores abertos. Eram verdadeiros “gols”, aos gritos de “vamo invadir”!

Historicamente, muitos SPFC x Palmeiras e SPFC x Santos, até meados do final da década de 80 e início dos 90, eram divididos em 6 gomos a 6.

Porém, no passado dos anos 70/80 e princípio dos 90, o SPFC sempre perdia na arquibancada para o Corinthians. Era uma constante o estádio ter 7 gomos e meio para corintianos 4 e meio para os são-paulinos. Realidade que desde a década de 90, mudou e muito. Hoje o SPFC e a explosão de sua torcida mandam no Morumbi, antes mesmo, dos 10% delimitados em 2009.

Mas, em 1987, uma nova história seria escrita. Após vencer a primeira final por 2 a 1, novamente com a torcida corintiana em maioria, viria o segundo jogo.

Era o tempo da Independente das antigas que ficava no meio de campo, da Dragões de Aparecido, da Orgasmo e Real Tricolor, da TUSP, de um grupo que tempos depois, teria a notória bandeira do Capitão Caverna, a Falange. Época que as bandeiras de organizados e comuns tomavam conta da arquibancada toda. Era do pó branco que subia quando o SPFC entrava em campo. Uma festa lendária.

E naquele jogo, a história foi outra. A arquibancada foi lotando dos dois lados, mas a do SPFC, mais comprimida pela multidão. 5 gomos cheios para cada lado e a pressão da corda era maior do lado tricolor. E então, o título de 1987 começava a ser ganho na torcida, quando a PM abriu a corda tricolor. Silêncio alvinegro, explosão são-paulina.

6 gomos e meio abertos para o SPFC, 5 divisões e meia para o SCCP.

A primeira vitória em decisões do Tricolor sobre o rival na arquibancada. A arquibancada que quem viu, jamais esquece.

http://www.youtube.com/watch?v=A2juzEpvB5c&playnext_from=PL&feature=PlayList&p=8ABF9F3F95A4FAD8&index=8
(legenda correta deste jogo é 1987)

O adeus de Senna: 1994

Naquele jogo, não importou o resultado e a eliminação para o Palmeiras em pleno Morumbi, no Campeonato Brasileiro daquele ano. O que doeu, foi a despedida ao ídolo eterno Ayrton Senna, quando anunciada a sua morte no placar eletrônico do estádio, cerca de uma hora, da partida começar.

1º de maio de 1994. Sessenta mil pagantes no Morumbi, 60% de são-paulinos em 7 gomos, que junto de 40% de palmeirenses espalhados em 5 gomos, entoaram juntos um mesmo grito na arquibancada: “Olê olê olê ola, Senna, Senna.”
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E pensar que aquele dia de tamanha tristeza, também havia sido um domingo marcado por uma das maiores festas que a torcida do SPFC promoveu nos anos 90, aumenta ainda mais o sentimento de nostalgia, em um antagonismo inexplicável.
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Para isso, é preciso explicar uma outra cronologia histórica das torcidas paulistas: os bandeirões.
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A Torcida Jovem santista foi a primeira a ter uma bandeira organizada de maiores dimensões nos estádios em SP. Não chegava a completar um gomo do Morumbi, mas era a pioneira. As demais organizadas de todos os times, enquanto isso, travavam o duelo das bandeiras de mastros, que consistia em ganhar do rival em número e tamanho.
Até que a Mancha Verde e a Gaviões da Fiel também fizeram os seus bandeirões, uma tentando ultrapassar a outra em dimensão.
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Do lado do SPFC, já existiam dois bandeirões, da Dragões da Real e da Falange Tricolor, cada qual, com um gomo de extensão. Mas “faltava” o bandeirão da Independente.
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E justo no dia da partida do herói Senna, é que havia sido marcada a estréia do bandeirão que seria, o maior das torcidas paulistas nos anos 90.

Era um ritual alucinante. O jogo era às 16hs, mas por volta das 13hs, começavam os preparativos. O Morumbi tinha as salas da organizadas cedidas pelo SPFC em suas dependências, onde eram guardadas as bandeiras e mastros.
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No início da tarde de cada clássico, começava o “esquenta”. A bateria vinha forte no anel interno da arquibancada, enquanto se preparavam as bandeiras de 4, 4,5, 5 metros que as torcidas do SPFC possuíam as dezenas. Os cânticos de guerra e apoio ao Tricolor iam tomando conta e o eco chegava a entrada do anel de entrada da arquibancada. Até o momento glorioso da entrada no estádio em fila indiana de bandeiras, saudada em delírio pela torcida.
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Mas naquele jogo, viria mais, de repente, um cordão humano de mais de 100 metros de comprimento adentra na arquibancada, levando nas costas um imenso manto branco. Chegara o momento.

E eis que, antes da partida começar, ainda no choro de despedida do herói Senna, Dragões, Falange e Independente, finalmente, ergueram juntos seus adereços. 4 gomos repletos de bandeirões tricolores. Silêncio total verde, diante do que viam, sem reação. Aula da torcida do SPFC, junto de centenas de bandeiras que acompanharam aquele momento fantástico.
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Perder o jogo ali, realmente, foi o de menos...

http://www.youtube.com/watch?v=m-uhJUNnH9M
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Só quem viveu é quem sabe e não aceita quando dizem que a nossa torcida, não sabe fazer festa e deve a qualquer outra.


Acontece que nos "roubaram" o direito de expressar a nossa devoção em forma de espetáculo.

Pela violência e pela incompetência de quem não sabe combatê-la ou é refém da impunidade.

Onde a solução mais fácil e inaceitável foi: tirem a festa dos torcedores paulistas.

Lamentável pois este foi um atentado à liberdade.

E hoje, vivemos da nostalgia.

Lamento a todos da nova geração de são-paulinos que não viram a verdadeira torcida do SPFC na arquibancada.

Mais bela que todas as demais do Brasil.


 Escrito por Carlos Port às 12h10 [envie esta mensagem] []




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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem





 
 




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